Tentativa de reacomodação dos vendedores do “Mwankakana” gera confusão

Tentativa de reacomodação dos vendedores do “Mwankakana” gera confusão

A tentativa de realocação dos vendedores do Mercado 16 de Junho, mais conhecido por “Nwankakana”, nos pavilhões erguidos no interior do Mercado Malanga, prevista para ontem, terminou em confusão.

A ideia da comissão que orienta o processo era integrar os vendedores do “Nwankakana” e da Malanga nas bancas de forma intercalada, de modo a permitir a coabitação entre os dois grupos. No entanto, os vendedores da Malanga recusam tal procedimento, exigindo que os vendedores do “Nwankakana” ocupem o outro lado do pavilhão, que também já foi tomado por outros vendedores.

Os vendedores do “Nwankakana” dizem estar preocupados em saber onde vão continuar a desenvolver as suas actividades, uma vez que os da Malanga não querem ceder espaço.

“Não sei o que vai acontecer, só podemos esperar que nos sejam atribuídas as bancas. Enquanto isso não acontece, ficamos sem vender”, lamentou Reisse Afonso, vendedeira do Mercado 16 de Junho.

Carlos Quide, chefe dos Mercados e Feiras, apelou à calma e a que os vendedores da Malanga recebam de bom grado os que vêm do 16 de Junho.

“Não deve haver clivagens neste lugar, por isso pedimos que Malanga deixe de forma pacífica que os do ‘Nwankakana’ ocupem as bancas, de acordo com a proposta de um vendedor”, disse.

Foram construídas mais de quinhentas bancas em dois pavilhões para serem preenchidas pelos vendedores dos mercados “Nwankakana” e Malanga.

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